quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Alarme



O termo alarme, ou alarma, é derivado do italiano all'arme, significa o brado às armas ou rebate. Pode ser utilizado também como sinal para dar aviso dalgum perigo, confusão, comoção ou tumulto. Alguns usam o termo para indicar susto, sobressalto, inquietação, vozearia ou gritaria. Em tempos remotos da humanidade, sempre quando se tinha uma comunidade, havia aqueles que eram os responsáveis para dar o alarme em caso de algum tipo de calamidade, seja natural, ou não.
Na pré-história, os seres humanos revezavam-se ao cuidar dos aglomerados contra agentes que causavam danos à comunidade, estabelecendo-se estrategicamente de forma a proteger-se de ataques de animais e de situações de risco. Segundo Roger Fouts em O Parente Mais Próximo, Editora Objetiva 1988, os chimpanzés também possuem mecanismos de defesa e vigilância para alarmar suas comunidades em caso de perigo iminente. Portanto, os sinais de alarme no sentido de proteção ou defesa de grupos estão intimamente ligados à proteção das espécies.
Algumas espécies de aves aquáticas, como o ganso, desenvolveram o hábito de estarem sempre alerta; existe sempre um membro do grupo que fica atento o tempo todo, e ao menor sinal de perigo dá o alarme.
Alarmes antifurtos tornaram-se equipamentos frequentes em lojas e estão se tornando bem comuns também em residências. Se você já instalou um sistema de segurança para a sua casa, sabe que há uma grande variedade de opções disponíveis. Esses sistemas variam de kits faça-você-mesmo, que podem ser comprados por alguns poucos reais, a redes sofisticadas de segurança para a casa toda, que devem ser instaladas por profissionais.

Neste artigo, daremos uma olhada geral em alarmes e examinaremos projetos de alarmes específicos. Como você irá observar, alguns dos mais eficazes sistemas de alarme são também os mais simples.
Interrompendo o circuito
A maioria dos alarmes são compostas por um circuito elétrico simples instalado em uma entrada. Em qualquer circuito, seja alimentando um sinal luminoso ou um computador, a eletricidade somente flui quando lhe é dado um caminho entre dois pontos de carga opostos. Para ligar ou desligar a eletricidade, você abre ou fecha parte do circuito.
Para abrir ou fechar um circuito de sinal luminoso, simplesmente, mexa no interruptor. Em um alarme antifurto, o interruptor detecta, por exemplo, a ação de um intruso abrindo uma porta ou janela. Estes tipos de alarmes estão divididos em duas categorias:
em um sistema de circuito fechado, o circuito elétrico está fechado quando a porta estiver fechada. Isto significa que, contanto que a porta esteja fechada, a eletricidade pode fluir de um final do circuito ao outro. Mas se alguém abrir a porta, o circuito será aberto e a eletricidade não poderá fluir. Isto dispara um alarme;
em um sistema de circuito aberto, abrir a porta fecha o circuito e a eletricidade começa a fluir. Nesse sistema, o alarme é disparado quando o circuito está completo.
Existem inúmeros caminhos para instalar este tipo de circuito em uma entrada. Circuitos fechados são, em geral, mais seguros, porque um intruso pode desativar o circuito aberto pelo simples corte dos fios conectados.
Um sensor magnético em um circuito fechado consiste de alguns componentes simples. Para o projeto mais básico, você precisa de:
uma bateria alimentando um circuito
um interruptor de metal conduzido por mola instalado em uma estrutura de entrada
um ímã fixado na entrada, alinhado com o interruptor
uma sirene alimentada separadamente com um suprimento, acionado por um interruptor




Acionamento do Alarme

Há várias ações que um sistema de segurança pode fazer quando detecta um intruso. 

Em um sistema avançado, a caixa de controle será 

ligada a vários componentes diferentes. 


Em geral, ele vai ativar:

·         uma sirene ou outro barulho alto de alarme
·         sinais luminosos externos
·         um autodiscador de telefone
A sirene e as luzes servem para três funções:
·         elas alertam ocupantes e vizinhos que alguém invadiu na casa

·         levar os intrusos a fugirem

·         sinalizar à polícia que a casa foi invadida
O autodiscador de telefone pode:
·    Discar diretamente para a você e tocar uma mensagem pré-gravada dando o 

endereço da casa e outras informações relevantes, ou o som de uma sirene. 

Em geral, esta mensagem vai tocar várias vezes até que
  você  escute mesmo se a chamada fique em espera por
 algum tempo.

A segurança residencial é um campo em plena expansão e há alarmes antifurtos novos e melhores surgindo a todo tempo. A grande maioria destes sistemas são instalados em volta da mesma estrutura básica. Uma caixa de controle central monitora vários detectores de movimento e proteções de perímetro e aciona um alarme quando qualquer um deles é disparado.





Contato

Engº Marcos Ramos

marcos@segueletronica.com.br

www.segueletronica.com.br 

















sábado, 13 de julho de 2013

CONCERTINA E CÊRCA ELÉTRICA







CONCERTINA

Concertina é uma barreira de segurança laminada, de forma espiralada possui lâminas pontiagudas, cortantes e penetrantes. A concertina foi originada nas cercas utilizadas em ações militares que ficavam no chão para impedir a ultrapassagem de um perímetro. A concertina é a evolução do arame farpado e geralmente são utilizados em muros, alambrados, cercas, portões, telhados e torres. São feitos de aço galvanizado ou inoxidável e dificilmente são cortados por ferramentas convencionais.
O arame laminado da concertina,   cujo objetivo é o de impedir a passagem de pessoas. Apesar do arame laminado ser muito mais afiado que o arame farpado tradicional, não é, na verdade, tão afiado como uma lâmina. Apesar disso, as múltiplas pontas afiadas existentes numa cerca com  arame laminado, são projetadas para infligir cortes profundos a qualquer um que tente trepar e ultrapassar a mesma, tendo, portanto um forte efeito dissuasor. O arame laminado tem substituído o arame farpado nas instalações de alta segurança, uma vez que este poderia ser ultrapassado com relativa facilidade por pessoas sem qualquer tipo de ferramentas. Ao contrário, ultrapassar barreiras de arame laminado sem qualquer ferramenta adequada é uma tarefa bastante difícil e demorada, dando às forças de segurança, tempo suficiente para reagir. No entanto um oponente bem equipado para isso pode ultrapassar uma barreira de arame laminado com quase a mesma facilidade que uma barreira de arame farpado. O Arame de concertina  ou concertina basicamente pelo perímetro do local aonde será instalada. Sendo que o preço pode variar de acordo com a dificuldade da instalação
Tipos de concertina
  • Concertina Simples
Feita para locais de menor risco, possui menos espirais.
  • Concertina Dupla
Sistema automatizado na produção possui clips de aço que reduzem o espaçamento das espiras.
  • Concertina Flat
Possui altura variável, não ultrapassa os limites do muro e pode ter um sistema de eletrificação.
  • Concertina Pintada
Para áreas que requerem uma aparência mais discreta e bonita, mas proporcionando a mesma qualidade e segurança.
  • Concertina Eletrificada
Sistema de aspirais com laminas que utiliza também um sistema de eletrificação. Para instalação é necessário uma autorização de responsabilidade do contratante

CÊRCA ELÉTRICA

Cêrca elétrica é uma barreira que usa o choque elétrico impedir animais ou pessoas de atravessarem um limite. A intensidade da corrente elétrica poderá provocar efeitos que podem ir do desconforto até à dor ou mesmo a morte. A maioria das cercas eletrificadas é usada, hoje em dia, na atividade pecuária para controlar animais, ainda que seja frequentemente usada para reforçar a segurança de áreas sensíveis, existindo, nestes casos, instalações onde é usada alta tensão..
História
O conceito de cerca eletrificada foi descrita pela primeira vez no livro Um Ynquee do Connecticut na Corte do Rei Artur de MARK TWAIN  em 1989, usada como arma defensiva. Uma primeira aplicação real de cerca eletrificada foi desenvolvida em 1936 pelo inventor neozelandêsWilliam Bill Gallagher Sr.. Construída a partir do sistema de ignição de um automóvel de um conjunto de montagem meccano.  Gallagher usou o engenho para impedir o seu cavalo de arranhar o seu carro. Mais tarde, Gallagher criou uma empresa para desenvolver o comercializar o projeto.
Em 1962, outro neozelandês, Doug Phillips, inventou a cerca eletrificada baseada numa descarga do eletrificador. Este sistema aumento, significativamente, a possibilidade de comprimento de uma cerca elétrica que passou de algumas centenas de metros a cerca de 70 quilómetros, ao mesmo tempo reduzindo os custos em mais de 80 %.
Ao longo dos anos, as cercas elétricas melhoraram significativamente. Os aperfeiçoamentos incluem:
1.   Isolantes em polietileno substituindo os de porcelana;
2.   Melhoramentos no esquema elétrico dos eletrificadores;
3.   Introdução de arame de aço de alta resistência;
4.   Introdução de redes sintéticas.
Projeto e função
As cercas eletrificadas são projetadas para criarem um circuito elétrico quando tocadas por um animal ou por uma pessoa. Um componente chamado "energizador de potência" converte a potência num breve pulso de alta voltagem. Um terminal do energizador larga cerca de um pulso elétrico por segundo ao longo de um fio descoberto. Outro terminal é ligado a uma vareta de metal implantada no solo que serve de fio de terra. Um animal ou pessoa que toca no fio e no solo simultaneamente vai completar um circuito elétrico, conduzindo o pulso, que lhe causa um choque elétrico doloroso. Os efeitos do choque elétrico dependem da voltagem, da corrente usada e do grau de contacto entre o animal ou pessoa e a cerca e o solo. Pode ir de um efeito quase imperceptível até a um efeito altamente doloroso ou mesmo letal.
Utilização
Agricultura
Cercas eletrificadas permanentes são utilizadas em muitas áreas agrícolas para confinar animais, sendo muitas vezes, mais económicas que as cercas convencionais, uma vez que usa materiais mais leves e arame liso. O risco de ferimento em animais é menor, sobretudo se comparado com o risco das cercas de arame farpado.
As suas desvantagens incluem o risco de toda a cerca ficar inoperante se um dos fios condutores se partir, se existir um curto circuito provocado pelo contacto de um material condutor, se ocorrer uma falha do abastecimento de energia ou se for necessário o corte do abastecimento em virtude de existir risco de incêndio. Outras desvantagens podem ser a falta de visibilidade ou ou choque elétrico potencial num humano que possa tocar acidentalmente na cerca.
Na prática, contudo, a partir do momento em que os animais tomam contacto com as consequências desagradáveis de tocar na cerca eletrificada, os mesmos tendem a evitá-la durante muito tempo, mesmo quando está inativa. Por outro lado, alguns animais evitam o choque elétrico, passando rapidamente pela cerca entre dois pulsos elétricos ou empurrando outros animais contra a cerca. Animais com muito pêlo como as ovelhas, podem forçar as cercas, usando o seu pêlo como isolamento. Alguns animais também aprendem a reconhecer o ligeiro zumbido feito por algumas cercas em funcionamento e assim sentir quando é que estão desligadas.
Controlo de animais selvagens
As cercas elétricas são úteis no controlo de movimentos de animais selvagens. Podem ser usadas, por exemplo, para impedir animais selvagens de entrar em explorações agrícolas, em pistas de aviação ou em áreas urbanizadas.
Segurança Perimetral
As cercas eletrificadas não letais são usadas para evitar o acesso a instalações tanto privadas como governamentais. Muitas destas cercas funcionam como um sistema monitorizado anti-intrusão, além de causarem um choque elétrico incómodo. As cercas eletrificadas são, ocasionalmente, usadas para desencorajar tentativas de suicídio em estruturas altas ou para reduzir a incidência de grafitis ou de outros atos de vandalismo.
As cercas eletrificadas podem ser projetadas para apenas detetarem um intruso, não lhes aplicando um choque elétrico.
As cercas eletrificadas projetadas para provocarem um potencial efeito letal também podem ser usadas como barreiras antipessoal.

CONCERTINA COM CÊRCA ELÉTRICA



A concertina com cerca elétrica nada mais do que uma uma barreira de segurança laminada, de forma espiralada possui lâminas pontiagudas, cortantes e penetrantes que utiliza em seu interior espiral uma barreira eletrificada com o objetivo de melhorar a eficiência da segurança perimetral


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segunda-feira, 22 de abril de 2013

MONITORAMENTO EM NUVEM A FERRAMENTA DO FUTURO








O que é Monitoramento?

Monitoramento é a observação e o registro regular das atividades de um projeto ou programa. É um processo rotineiro de acúmulo de informações do projeto em todos os seus aspectos. Monitorar á checar o progresso das atividades do projeto, ou seja, uma observação sistemática e com propósitos. Monitorar é também dar um retorno sobre o projeto aos seus colaboradores, implementadores e beneficiários. A criação de relatórios permite que todas as informações reunidas sejam usadas na tomada de decisões em prol do aperfeiçoamento da performance do projeto.

O que é Monitoramento de imagens CFTV?

Câmeras ligadas a alguma rede de comunicação (Interna, Internet, celular) permitem monitorar os ambientes remotamente. Estando o sistema de monitoramento integrado ao sistema de alarme residencial, as próprias câmeras podem funcionar como sensores de presença identificando qualquer situação de invasão, acionando o alarme e gravando as imagens.

O que é Monitoramento de imagens na Nuvem?

São câmeras ligadas a uma rede de internet com armazenamento das imagens  em um local seguro na Nuvem, e este local é o Data Center (SaaS) IaaS e PaaS. São soluções completas para o monitoramento de imagens da sua empresa ou residência permitindo monitorar, arquivar e reproduzir imagens de câmeras em um computador ou do próprio celular. Proporcionando mais agilidade para o tratamento de ocorrências, mais facilidade no gerenciamento do software e segurança para toda a organização. 

Objetivos e Desafios tecnológicos na segurança eletronica.

Armazenar os vídeos por longos períodos.

Armazenar remotamente as imagens, garantindo a segurança dos equipamentos.

Eliminação do roubo das imagens.

Melhoria na definição das imagens captadas e na quantidade de câmeras de captação.

Backup e segurança na manipulação e acesso ao acervo dos vídeos captados.

Redução dos custos na gestão do volume de dados.


O mundo está enfrentando o maior desafio de segurança de todos os tempos e a solução de Gestão por Monitoramento de Imagens, deverá possuir toda a robustez e funcionalidade, combinada com inovações tecnológicas que economizam tempo e dinheiro.  O Software de monitoramento e gravação para circuito fechado de TV (CFTV) é baseado em redes TCP/IP. Com a capacidade de controlar e visualizar imagens de câmeras IP ou analógicas conectadas por servidores de vídeo ou codificadores, bem como gravar as imagens para posterior pesquisa e recuperação seletiva.


O que é SaaS, IaaS e PaaS em Cloud Computing?


SaaS – Software as a Service (Software como Serviço):

É um modelo onde a aquisição e/ou utilização de um software não está relacionado a compra de licenças, ou seja, você utiliza algum software e paga por sua utilização. Como exemplo, para fácil compreensão, cito o Skype da Microsoft. O Skype é um software de comunicação que permite vários tipos de utilização, que pode ser a simples troca de mensagens até uma videoconferência em grupo. Para utilizar o Skype você não paga nenhum tipo de licença, e é tarifado (ou cobrado) de acordo com os serviços que utiliza. Por exemplo, se você utiliza apenas o recurso de videoconferência em grupo, pode contratar apenas este recurso, porém, é possível combinar vários recursos oferecidos adaptáveis a sua necessidade. É um modelo flexível, que lhe permite controlar o que você necessita, pagando apenas pelo que utiliza em determinado período ou situação pontual. Resumidamente, você paga o serviço e não o produto.

IaaS – Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço):

De maneira análoga a anterior, neste modelo você contrata sua infraestrutura como serviço, com uma vantagem muito interessante ao modelo tradicional, que é a contratação de servidores virtuais (e outros dispositivos de infraestrutura) ao invés de comprar servidores, roteadores, racks e outras “caixas” de hardware. Aqui você é tarifado por alguns fatores, como o número de servidores virtuais, quantidade de dados trafegados, dados armazenados e outros itens, dependendo de como e com quem (fornecedor IaaS) você trabalha. Neste caso, creio que Amazon EC2 e a IBM sejam bons exemplos para quem queira pesquisar mais sobre o assunto. No IaaS, obviamente também é utilizado o modelo pay-per-use, onde a cobrança é baseada no serviço e não em produto, ou seja, se você precisa de 10 servidores para o próximo mês, você contrata a utilização destes servidores por este período determinado e depois, simplesmente cancela a utilização, exatamente como a compra de um serviço de TV a cabo ou um plano de serviço de dados para seu celular.

PaaS – Platform as a Service (Plataforma como Serviço):

Aqui temos um modelo que fica entre o SaaS e IaaS, proporcionando uma plataforma mais robusta e flexível para a utilização de muitos recursos de tecnologia, onde é possível a utilização de softwares de maneira mais flexível, sendo possível desenvolver suas próprias aplicações baseadas em alguma tecnologia (framework, linguagem etc.) e utilizar a infraestrutura necessária, e o mais importante, adequada a aplicação desenvolvida. Pense em uma solução onde você necessite de um software, porém, por alguma limitação de um fornecedor do modelo SaaS, você precisa não conseguirá implementar um determinado recurso personalizado que é fundamental para seu negócio. É aqui que o modelo PaaS é interessante, pois, você pode utilizar a mesma estrutura que você teria “em casa”, porém, utilizando o modelo “as a service”, livrando-se da aquisição de hardware, licenças de software etc. e utilizando esta mesma estrutura como serviço. Para entender este modelo é muito interessante pesquisar sobre o Microsoft Azure. Aliás, o Azure é bem flexível e lhe permite utilizar, além do PaaS, também os modelos SaaS e IaaS.
De uma maneira bem simplista, podemos dizer que os modelos SaaS, IaaS e Paas em Cloud Computing são substitutos para a infraestrutura tradicional com o diferencial do modelo de comercialização, que, ao invés de licenciamento, utiliza um modelo baseado em pagamento por utilização de recursos.

Com a Gravação em Nuvem ou gravação remota de imagens, você terá a garantia de que o monitoramento do Circuito Fechado de Televisão estará seguro e suas imagens não poderão ser roubadas ou destruídas.

SOLICITE UMA PROPOSTA DE MONITORAMENTO DE IMAGENS E CFTV NA NUVEM, entrando em contato com nosso departamento comercial.


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segunda-feira, 8 de abril de 2013

CFTV NA NUVEM VEIO PARA FICAR



MONITORAMENTO DE IMAGENS E CFTV

NA NUVEM





O CFTV EM NUVEM é uma tecnologia da cloud computing que veio para ficar,  e é preciso saber tirar partido desta ferramenta vantajosa.
A Cloud está nas empresas, administração pública, escolas, universidades, hospitais, residências, centros de investigação, forças armadas, etc.... enfim  a Cloud está literalmente por todo o lado e veio para ficar.
A Cloud veio para criar novos modelos de negócio,  de vida, reduzir custos, incrementar as vendas, aumentar os níveis de satisfação nos negócios e nas pessoas, entre outros benefícios.
É o roda  continua e infindável da inovação;  e que devemos aproveitar ao máximo no nosso segmento, que é o da Segurança Eletrônica.


MONITORAMENTO DE IMAGENS E CFTV NA NUVEM É MILAGRE DE LANCIANO NA REDUÇÃO DE CUSTOS?

"Deus não faz redução de custos e o CFTV NAS NUVENS não faz milagres"

O Cloud computing não reduz custos por si só como um carro económico a 120 Km/hora em 2ª marcha… não é económico!
É preciso saber operar bem os instrumentos, sejam eles quais forem e que temos à nossa disposição.

"CFTV NA NUVEM EM TERMOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS NÃO É SALVAÇÃO DA SEGURANÇA ELETRÔNICA"  

1. Não é a tecnologia de ponta. É o que fazemos com a tecnologia.
2. Não são as arquiteturas atuais. É o que fazemos com as arquiteturas.
3. Não é a informação fresquinha. É o que fazemos com a informação.


Soluções tecnológicas que utilizam modelos de  CFTV na nuvem são apenas mais uma peça da arquitetura de sistemas de segurança eletrônica de uma qualquer organização. É primordial perceber o que a organização necessita do ponto de vista de segurança e os mecanismos para melhor obtenção mesma. São necessários estudos de viabilidade técnica e econômica sobre o menor custo possível e o seu respectivo benefício

MONITORAMENTO DE IMAGENS E CFTV NA NUVEM É SEGURO....VALE A PENA?

Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
acreditar nos sonhos que se têem
ou que os seus planos nunca vão dar certo
ou que você nunca vais ser alguém...
(Renato Russo)

CFTV NA NUVEM É SEGURO?
MONITORAMENTO DE IMAGENS NA NUVEM É SEGURO?

O CFTV NAS NUVEM é inseguro e o GASPARZINHO faz mal para as crianças.
Temos como regra geral que o desconhecido é uma ameaça, portanto o novo sempre vem com uma dose de frenesi maléfico. Ao vencer esta etapa descobrimos que a mudança foi boa.

O nosso mundo moderno deverá ser questionado;
1.    Usar o e-mail é seguro
2.    E o SMS no celular?
3.    E as conversas no telefone/celular
4.     E as conversas que tenho nos sistemas de Instant Messaging?
5.    E o CFTV na nuvem?
6.    E O monitoramento de imagens na nuvem?


A oportunidade de usar a CFTV EM NUVEM, implica na avaliação de uma série de questões.



CFTV  NA NUVEM É A SOLUÇÃO PARA TODOS OS PROBLEMAS DE MONITORAMENTO EM NUVEM?

É comum encontrarmos afirmações radicais em todas as áreas e, em especial, em todos os temas novos que pelo seu choque social, gera emoções extremistas nas pessoas. Não é bom nem ruim. Simplesmente existe e é uma reação normal nos prós à nova tecnologia. A CFTV NA NUVEM é uma solução para vários problemas e para outros não é. Através de uma análise pragmática é que iremos vencer os novos desafios tecnológicos implantando soluções que atendam os nossos anseios.

NOSSAS SOLUÇÕES DE  MONITORAMENTO DO CFTV NA NUVEM, INCLUEM TODAS OS SISTEMAS DE CFTV JÁ IMPLANTADOS, COM CAMERAS DE SEGURANÇA DE TECNOLOGIA IP OU NÃO.
  



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